| A numerologia bíblica, por
meio do versículo 4 do Salmo 90(89) e de
outras passagens do Antigo Testamento, dá
informações sobre o Planeta Vênus,
assim como dos outros planetas internos,
em particular de suas órbitas,
às quais chamo de órbitas bíblicas.
A numerologia utilizada não é a do significado
dos números, mas a de cálculos matemáticos
elementares feitos com números, informados explicita
ou implicitamente por versículos da Bíblia.
Os resultados obtidos são dedutivos.
Neste artigo vamos examinar uma parte dos números
envolvendo Vênus.
Órbita do Planeta Vênus –
Apresento a órbita de duas formas: a órbita
astronômica de Vênus em torno do Sol,
calculada pelos meios tecnológicos convencionais,
e a órbita bíblica, obtida
com os números bíblicos. Em seguida vem
a diferença percentual entre as duas.
Para efeitos de comparação, apresento esses
mesmos dados em relação à Terra, a seguir.
|
Vênus |
Terra |
| Astronomical
Orbit (Km) |
678,900,000 |
939,900,000 |
| Biblical Orbit(Km) |
715,400,000 |
942,600,000
|
| D(%) |
5.37 |
2.7
|
Observa-se que a diferença
entre a órbita astronômica do planeta Vênus
e a sua órbita bíblica é pouco
mais de 5%. Essa porcentagem corresponde a um número que tem importância
bíblica, e nos cálculos, o número
5. A comparação com o planeta Terra mostra que neste, as duas órbitas
são ainda mais parecidas.
A órbita bíblica do planeta Vênus
permite deduzir o que deve ter acontecido para que ele
tivesse tantas particularidades dentro do Sistema
Solar. Vamos ver quais são elas.
Particularidades
do Planeta Vênus
Alguns fatos acerca do planeta Vênus
o tornam singular dentro do Sistema Solar. Vênus é um
planeta que tem um movimento retrógrado de rotação
em torno do seu eixo, isto é, gira ao contrário
dos outros planetas interiores. Enquanto que nestes o
Sol nasce no leste e se põe no oeste, em Vênus ele nasce
no oeste e se põe no leste (Convencionou-se que onde nasce
o Sol é o leste; como Vênus gira em sentido contrário,
o Sol nasce no oeste em relação aos outros planetas).
Possivelmente uma grande colisão causou esse fenômeno.
Era de se esperar que houvesse em Vênus uma cratera
monumental resultante de tal colisão. Contudo,
as crateras observadas nele, produtos de impactos, assemelham-se
às existentes na Lua, por exemplo. Logo, tal colisão
deve ter sido diferente das colisões clássicas de meteoros
e cometas. Ela só pode ter ocorrido nos
primórdios do sistema solar, quando a massa
e a superfície do planeta ainda não estavam consolidadas.
Nessa ocasião o seu raio deveria ser da ordem
de cinco mil e setecentos quilômetros e o grande corpo
celeste que se chocou com ele foi incorporado à sua massa
ainda disforme. Em conseqüência, o movimento
de rotação de Vênus em torno de seu eixo teria sido invertido
e seu raio aumentado em cerca de cinco por cento,
o que, não por acaso, coincide com a quantidade
de vezes que o número quarenta esteve diretamente ligado
a Moisés, isto é, 5.
A maneira como são feitos os
cálculos, que incluem também Mercúrio
e Marte, estão em boxes separados da trama, no
romance Cristina dos Gerais – Um encontro da religião
com a ciência. Essa numerologia bíblica não
se aplica aos planetas externos porque eles não
fazem parte de um plano que será desencadeado pela
estrela Absinto, citada no livro do Apocalipse.
|